5 dicas práticas de como comprar uma empresa em funcionamento

Comprar uma empresa ou começar um negócio do zero pode ser um dilema na vida de quem deseja ser empreendedor. A decisão sobre qual caminho seguir deve levar em consideração algumas questões importantes.

Pode ser atrativo para quem tem uma ideia inovadora querer abrir uma empresa. Mas isso requer muito esforço e dinheiro, além de um grande número de análises e conhecimento sobre o mercado.

Por isso, muitas vezes comprar uma companhia já em funcionamento pode ser mais vantajoso. Além de reduzir custos que viriam com uma abertura, há uma maior chance de crescimento, já que muitos negócios acabam fechando logo no início por não terem conseguido decolar nos primeiros anos de operação.

Além disso, comprar uma empresa já em funcionamento faz com que a fase de consolidação de uma marca, que requer esforços de marketing, principalmente, e histórico de operação e fidelização de clientes já esteja superada.

Com isso em vista, cabe ao empreendedor buscar empresas que estão disponíveis no mercado até encontrar um negócio que melhor se encaixe no seu perfil e que esteja alinhado com seus objetivos.

Comprando uma empresa em funcionamento

Adquirir um negócio que já foi iniciado não significa necessariamente comprar uma empresa que está passando por dificuldade ou que está com baixas perspectivas de crescimento.

Há muitos motivos que podem levar um empreendedor a querer vender sua empresa. Seja por falta de sucessão, aposentadoria, ou até vontade de investir em novos empreendimentos, a verdade é que as decisões podem passar por diversos fatores.

Diante disso, é possível encontrar negócios atrativos e que apresentem boas oportunidades.

Assim, cabe ao empreendedor estudar e analisar as possibilidades disponíveis no mercado para entender quais negócios realmente apresentam vantagens e quais podem ser mais difíceis ou problemáticos de lidar.

Depois disso, há alguns passos a serem dados para ter a certeza de estar comprando uma empresa de forma que os riscos sejam reduzidos:

1. Sinergia

Entender se a potencial empresa a ser adquirida possui uma sinergia com o plano de carreira do empreendedor, seus desejos, aspirações ou possíveis outros negócios já em andamento é essencial. Assim, será mais fácil tocar o negócio com mais conhecimento e propriedade após a sua aquisição, fazendo crescer.

2. Análise contábil e financeira

Entender a situação contábil e financeira da empresa, mapeando recursos, ativos, dívidas, e até problemas legais é muito importante. Isso determinará o quanto de potencial de crescimento que a companhia tem.

3. Avaliação

Calcular o valor justo da empresa é um passo essencial para uma compra. Isso pode ser feito por meio do método de valuation, que analisa fluxos de caixa ou qual o seu valor de mercado frente aos concorrentes. Apesar de ser difícil encontrar um consenso entre comprador e vendedor sobre esse preço, ter o valuation ajuda no momento da negociação.

4. Due diligence

Ao encontrar a empresa aparentemente ideal, cabe agora fazer uma verificação sobre dados legais, financeiros e operacionais, confirmando se as informações passadas pelo vendedor estão corretas a fim de diminuir os riscos da aquisição.

5. Oferta e acordo

O último passo é oficializar uma oferta de compra da companhia e negociar os termos da negociação através da assinatura de um contrato de compra e venda. Esse último passo pode não parecer tão importante, mas é diante desses termos que o comprador poderá determinar cláusulas sobre formas de pagamento diante da apresentação de resultados da companhia, por exemplo, dando assim maior segurança em relação aos riscos que o negócio pode apresentar no meio do caminho

Mesmo que comprar uma empresa já em funcionamento apresente vantagens, não significa que não há riscos atrelados a uma operação como essa. Para que esses possíveis riscos sejam mitigados, é importante contar sempre com uma assessoria especializada. A Capital Invest oferece consultoria em M&A, auxiliando empreendedores a se prepararem para a compra de uma empresa com o menor risco.

Fonte: Capital Invest – assessoria especializada em fusões e aquisições.

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